Cardioversor: conheça todos os parâmetros que você pode adicionar

Fruto da evolução tecnológica nos equipamentos médicos, o cardioversor possui uma gama de funções a mais que o desfibrilador, afinal ele é um equipamento dois em um, ou seja, um monitor de sinais vitais + desfibrilador. Muitas vezes também chamado de Cardiodesfibrilador ou de monitor/desfibrilador, é muito importante conhecer todos os parâmetros desse equipamento, visto que ele pode monitorar e também agir sobre o paciente realizando o tratamento.

A fim de facilitar o entendimento sobre as funções disponíveis em um cardioversor, elaboramos este artigo para apresentar todas as possibilidades que podem ser adicionadas ao seu uso. Confira o conteúdo e qualquer dúvida ficamos à disposição.

 

O que é o cardioversor?

 

O cardioversor é um equipamento médico utilizado para diagnosticar e tratar diversas arritmias cardíacas. Ou seja, esse aparelho pode tanto realizar análises e diagnósticos como tratar essas anomalias por meio da desfibrilação, cardioversão e até do marcapasso (quanto esse item for adicionado ao aparelho).

Utilizado em situações emergenciais e eletivas, o cardioversor também pode ser usado para o monitoramento de pressão arterial, nível de oxigenação no sangue, entre outras funções vitais que devem ser acompanhadas em certos pacientes. o Cardioversor é o equipamento ideal para ser usado em emergências, seja em ambulâncias ou hospitais, e também em salas de cirurgias e ambientes que os pacientes precisam também ser monitorados constantemente, como CTIs por exemplo.

Em outras palavras, trata-se de um equipamento médico completo, capaz de oferecer o apoio necessário para os profissionais da saúde atuarem com segurança. O aparelho emite alertas sonoros e visuais, além de emitir relatórios e auxiliar em todo atendimento médico pelas informações que fornece sobre o paciente.

Profissionais da saúde devidamente treinados podem operar o cardioversor, visto que o aparelho apresenta os sinais vitais e o ECG do paciente, o que serve de base para a tomada de decisões de um médico. Por isso, é necessário ter conhecimentos médicos e também conhecer bem o equipamento.

Além disso, é possível incluir o modo DEA (Desfibrilador Automático Externo), oferecendo ainda mais funcionalidades. Com essa função, o aparelho pode também ser operado por um leigo, visto que o próprio cardioversor instrui o usuário quanto às ações necessárias, em caso de identificação de uma arritmia maligna no paciente.

 

Diferença entre cardioversor e desfibrilador

 

Conforme afirmado anteriormente, o cardioversor é um equipamento mais completo que o desfibrilador, visto que pode atuar tanto de forma automática, por meio da função MODO DEA, quanto de forma manual, através das demais funcionalidades.

Além disso, o cardioversor possui uma série de funções a mais do que o clássico desfibrilador. O desfibrilador, realiza somente a desfibrilação, enquanto o cardioversão pode atuar em diferentes tipos de arritmia, através da cardioversão, e incluindo até mesmo bradicardia, devido ao seu parâmetro de marcapasso externo.

Em suma, o cardioversor é capaz de tratar todas as arritmias cardíacas, além de exercer o papel de monitor multiparamétrico, ou seja, monitorar sinais vitais do paciente por meio de seus sensores, exibindo-os na tela do aparelho.

Além disso, as informações sobre esses diagnósticos podem ser impressas em relatórios ou armazenados na memória interna do aparelho. Por conta disso, é correto afirmar que o cardioversor é uma versão mais completa e robusta que o desfibrilador.

Confira aqui nesse artigo mais detalhes para entender melhor a diferença entre o desfibrilador e o cardioversor.

 

Aplicações do cardioversor

 

Confira algumas situações em que o uso do cardioversor é indicado:

    • Pacientes em estado crítico;
    • Monitorar pacientes durante cirurgias;
    • Casos de emergências cardíacas;
    • Tratamentos clínicos de bradicardia e outras arritmias.

Assim sendo, é possível perceber que o cardioversor é um equipamento médico indispensável em ambientes hospitalares, cirúrgicos e clínicos que operam procedimentos invasivos. A versatilidade e praticidade desse aparelho são ideais também para resgates e situações de emergência, principalmente para modelos compactos como o cardioversor vivo, por exemplo.

Por conta disso, a utilização do cardioversor é altamente indicada em CTIs ou UTIs, incluindo unidades móveis. Com o apoio desse equipamento, atendimentos emergenciais podem ser executados com mais facilidade e eficiência.

Ou seja, ele é ideal para ser usado tanto em situações emergenciais, situações eletivas, e também para o monitoramento de sinais vitais em pacientes que estejam internados ou precisem ser acompanhados em determinado período ou procedimento.

Os parâmetros do cardioversor

Um aparelho cardioversor normalmente já conta com a cardioversão, desfibrilação e ECG de série. E alguns modelos como o cardioversor vivo, por exemplo, também já conta com software para drogas e ventilação e outros diferenciais.

Mas, além dessas funções principais, é possível que sejam adicionados parâmetros de monitorização para ampliar o uso do equipamento e é sobre eles que vamos falar agora.

Oximetria de pulso – SPO2

Um dos parâmetros opcionais de monitoração é a oximetria de pulso, que permite avaliação dos sistemas cardíaco e respiratório. Através da inclusão desse parâmetro, o cardioversor realiza uma leitura de frequência de pulso e de saturação de oxigênio.

Essa funcionalidade pode ser extremamente útil em diversas ocasiões, como em pacientes em tratamentos intensivos ou em procedimentos cirúrgicos. E a forma como é utilizada pode ocorrer através de sensor tipo Y (para recveém nascidos) e sensor de clip (para adultos e crianças).

Pressão não Invasiva – PNI

Outro parâmetro que é possível incluir no funcionamento do cardioversor é a pressão não-invasiva. Nesse caso, utilizando o manguito, torna-se possível medir a pressão diastólica, sistólica e média do paciente. E esse parâmetro pode ser utilizado tanto em pacientes adultos quanto da parte infantil, pediátrica e neonatal e até mesmo em paciente obesos. Solicite o manguito de acordo com sua necessidade.

 

 

Capnografia – ETCO2

A capnografia é outro parâmetro disponível para ser utilizado no equipamento. Esse parâmetro é um opcional com apuração bem sofisticada e específica, ele é utilizado para verificar a frequência respiratória do paciente, medindo o volume de dióxido de carbono que é inspirado e expirado. O parâmetro suporta dois tipos de sensores (via tubo invasivo ou não invasivo) que se autocalibram. As informações coletadas pelo cardioversor ocorrem em respirações por minuto. Esse parâmetro também pode ser utilizado para pacientes adultos e infantis e é bem utilizados em situações que socorrem pessoas vítimas de incendios, por exemplo, ou outra situação de inalação de fumaça tóxica.

MODO DEA

O modo DEA, como já mencionamos anteriormente, é mais um dos parâmetros é um dos parâmetros bem úties que você pode adicionar ao seu cardioversor no momento da compra ou em posterior upgrade. Esse opcional, ao ser ativado, trasnforma o cardioversor em um desfibrilador automático do tipo DEA, no qual trabalha para identificar de forma automática a presença de taquicardia ventricular e fibrilação ventricular que necessitem de tratamento com choque elétrico.

Por ser automático, nesse modo, o cardioversor indica a realização de tratamento, se necessário, que ocorre através das pás descartáveis e autoadesivas. E, nessa função, o aparelho é programado para emitir comando de texto e voz para orientação do operador.

 

Marcapasso Externo Automático

Utilizando o cardioversor vivo, também é possível dispor do parâmetro de marca-passo externo automático. Ele não é invasivo e permite que o coração do paciente seja estimulado em casos de emergência.

Para utilizar o parâmetro são utilizadas pás de choque autoadesivas descartáveis e possui programações para atender diferentes necessidades, desde estimulação contínua, até estimulação de emergência com acionamento de uma tecla. Portanto, é um parâmetro que pode ser utilizado em emergências, cirurgias e demais casos em que a aritmia do paciente seja a bradicardia.

Impressora

Além dos parâmetros já expostos até aqui, o cardioversor também pode contar com impressora térmica. Com isso se torna possível imprimir o registro de ECG para anexar ao prontuário do paciente por exemplo, ou para uma trova de plantão. No caso do Cardioversor VIVO, o comando pode ser feito através da tecla de acesso rápido que o painel frontal possui ou através de configurações para impressão automática.

 

 

Outros opcionais

Além de todos os parâmetros de monitorização que podem ser adicionados ao Cardioversor, é importante mencionar alguns opcionais que por exemplo estão disoníveis no modelo de Cardioversor da CMOS DRAKE e que tornam o cardioversor que você vai comprar ainda mais competo:

  • Conexão com saída para UTI móvel;
    Essa conexão torna possível que a carga de bateria ocorra por conexão 12VCD que é ligada diretamente na ambulância.
  • Suporte para UTI móvel e/ou maca;
  • Pás invasivas (adulto, infantil e neonatal);
  • Bolsa para transporte.

Agora que você já sabe tudo sobre os parâmetros que pode adicionar em um cardioversor, que tal conhecer mais sobre o cardioversor VIVO da CMOS DRAKE?  Faça o download gratuito do nosso e-book. que apresenta todos os detalhes e diferenciais desse equipamento portátil, versátil, robusto e modular com a tecnologia da indústria brasileira que desenvolve tecnologia para salvar vidas a mais de 30 anos.

O cardioversor VIVO da CMOS DRAKE é multifuncional, de fácil uso, alta confiabilidade e capaz de facilitar o atendimento de emergências, garantindo tratamento e monitoramento precisos. Conheça e leve essa tecnologia para seus pacientes.

 

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