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O desfibrilador é um equipamento crucial para estimular os batimentos cardíacos em situações de parada cardíaca ou de arritmia. O aparelho emite carga elétrica no coração, com o objetivo de estabilizar os batimentos do paciente, estejam eles muito lentos, acelerados ou mesmo inexistentes.

Existem dois principais modelos de desfibrilador: o externo manual e o automático. Continue a leitura e conheça as diferenças e semelhanças entre os equipamentos.

Desfibrilador manual

É usado principalmente em ambiente hospitalar, em unidades de tratamento intensivo, salas de cirurgia e outros ambientes que contem com a presença dos médicos. Esse cuidado é exigido, pois o dispositivo só pode ser usado por profissionais treinados, afinal, a regulagem do aparelho é manual.

O aparelho tem duas pás que recebem um gel condutor e que são posicionadas no peito do paciente e carregadas, conforme a necessidade. Após a fibrilação cardíaca ser identificada pelo aparelho, deve ser feita uma análise do quadro do paciente a fim de definir a intensidade do choque ou da carga elétrica que será aplicada.

Desfibrilador automático

Diferentemente do manual, este modelo — também chamado de desfibrilador externo automático (DEA) — pode ser usado por pessoas leigas, desde que tenham passado por um treinamento simples.

O aparelho também é externo, como o manual, tem a mesma função daquele usado em hospitais, mas é capaz de verificar o ritmo de batimento cardíaco do paciente e, caso necessário, realizar a descarga elétrica para que o coração retorne ao batimento correto. O próprio aparelho regulará a carga de energia adequada sem que o operador precise fazer qualquer tipo de configuração.

A leitura do ritmo é feita por meio de pás adesivas que devem ser presas ao tórax. Usado em casos de parada cardiorrespiratória, o aparelho identifica o ritmo cardíaco ou fibrilação ventricular existente em 90% dos casos de paradas cardíacas.

Ambientes com circulação acima de mil pessoas por dia devem obrigatoriamente ter um DEA, de acordo com a legislação vigente – é o caso de estádios, supermercados, aeroportos, entre outros espaços.

Como usar o desfibrilador automático

A seguir, enumeramos algumas dicas gerais gerais de como usar o aparelho. No entanto, o ideal é atentar-se às instruções específicas existentes em cada dispositivo, caso seja necessário utilizá-lo.

  • Após o aparelho ser ligado, ele dará instruções do que precisa ser feito;
  • Em seguida, coloque os eletrodos conforme a indicação do aparelho. A maioria deles tem desenhos que demonstram onde cada um deve ficar. O eletrodo do lado direito deve ser colocado abaixo da clavícula na linha hemiclavicular, e o eletrodo esquerdo nas últimas costelas, abaixo do mamilo esquerdo;
  • Com essa disposição, o choque deverá passar pelo máximo de fibras cardíacas. É como se o coração sofresse um “reset” e voltasse a funcionar da maneira correta;
  • O aparelho pedirá para que seja colocado o cabo na luz que estiver piscando. Em seguida, o DEA define se dará ou não o choque. Caso não dê, o ideal é continuar com as compressões cardíacas;
  • Antes de o choque ser emitido, é importante se certificar de que ninguém esteja encostando na pessoa ou no aparelho. Após o choque, recomece a compressão cardíaca.
  • O aparelho deve continuar no paciente até que uma equipe de suporte avançado chegue.

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