Monitor Multiparamétrico: 5 fatores que você deve analisar antes de comprar um

Nos dias de hoje, saúde e tecnologia andam sempre juntas. Os avanços tecnológicos no setor de saúde, além de auxiliarem no trabalho dos profissionais, aumentaram as chances de que mais vidas sejam salvas.

Exemplo de equipamento de suma importância para a atuação médica é o monitor multiparamétrico. Esse é o principal equipamento utilizado pelos profissionais de saúde para monitorar a evolução dos indicadores de saúde do paciente, demonstrando e avaliando seus sinais vitais em tempo real.

Esse aparelho é usado em:

  • Emergências;
  • Leitos de CTI;
  • Triagens;
  • Ambulatórios;
  • Centros cirúrgicos;
  • Entre outros.

Ele é importante para medir os batimentos cardíacos, respiração, saturação do oxigênio, pressão, temperatura, nível de gases no sangue, entre outras funcionalidades. Tudo isso em um único aparelho.

O seu aspecto e manuseio são simples, parecendo um monitor de televisão. Eles são possuem configurações pré-programadas e são de fácil uso, o que facilita o entendimento dos profissionais em momentos críticos. E ainda permitem a personalizações e customização de diversos parâmetros.

Com o avanço das tecnologias, atualmente, esse aparelho já conta com tela touchscreen e modelos com bateria de extenso períodos de autonomia.

Esse aparelho ainda é útil para depois que o procedimento e monitoramento é finalizado, já que é possível armazenar um histórico do paciente por algumas horas. Com isso, é possível avaliar como foi a reação do paciente no procedimento, analisar sua evolução de quadro e levar os dados para prontuário.

Como funciona um monitor multiparamétrico?

Esse aparelho já vem configurado com alguns padrões de fábrica, porém, é possível personalizá-lo para as necessidades da equipe médica ou de acordo com as condições momentâneas do paciente. O monitor possui alarmes sonoros que são disparados quando algum sinal vital do paciente atinge níveis diferentes dos programados, que são considerados normais para o corpo humano.

Além do alarme sonoro, a equipe pode ser avisada através de informações na tela e alarmes com luzes piscando.

Tal programação pode ser a vinda de fábrica ou ser selecionada pelo operador do equipamento, que pode ajustar esses dados levando em consideração características específicas do paciente ou da situação de uso.

Tal alerta pode indicar à equipe médica, em uma cirurgia por exemplo, que algum procedimento realizado no paciente não está sendo correto, ou que algum medicamento injetado não surtiu bons efeitos. Inclusive, os monitores são grandes aliados para salvar a vida de um paciente, ao alertar a necessidade de mudanças bruscas de ações que devem ser tomadas pela equipe médica.

Como esse aparelho, é essencial para a manutenção da vida humana, os hospitais e clínicas médicas devem se atentar em alguns fatores para escolher corretamente e comprar seus monitores.

Afinal é um item essencial e responsável pela manutenção e salvamento de muitas vidas. Confira, agora, o que analisar antes de comprar um monitor de sinais vitais:

1 – Facilidade de personalização e configuração

Como já mencionado, o monitor vêm de fábrica já configurado com alguns padrões de valores de referência a serem monitorados. A fábrica leva em consideração os padrões normais desses itens em nosso corpo humano.

Por exemplo, o padrão da pressão arterial, invasiva ou não invasiva, é de 12 mmHg por 8 mmHg. Dessa forma, o aparelho virá configuradao para considrear esses valores como padrão, gerando alerta para pressões que estejam muito acima ou muito abaixo desses valores.

Apesar de isso ser referência de confiabilidade e praticidade para a equipe no dia a dia, que pode apenas instalar o aparelho e usá-lo, sabemos que cada caso é um caso. Pessoas podem ter padrões de saúde diferentes umas das outras, ou a situação que o paciente se encontra provocar alterações nesses padrões.

Por isso, é essencial que o aparelho permita uma personalização para as condições e características de cada paciente e setor de forma rápida, fácil e intuitiva.

2 – Prefira modelos de monitores modulares

Além dos parâmetros de monitoramento padrão que a maior parte dos monitores já possuem, como por exemplo:

  • Frequência cardíaca;
  • Respiração;
  • Saturação de oxigênio;
  • Temperatura;
  • Pressão Não Invasiva
  • Entre outros parâmetros, que podem variar de acordo com o fabricante e modelo.

Mas além de todos esses monitoramentos possíveis, também pode ser necessário incluir outros parâmetros de sinais vitais, além dos que já vêm de fábrica, de acordo com as condições de saúde do paciente e do tipo de procedimento. Esses parãmetros adicionais podem ser itens como:

  • Pressão Invasiva (PI),
  • Capnografia
  • Impressora térmica,
  • Análise de gases,
  • entre outros opcionais, que podem variar de acordo com o fabricante e modelo.

Para inserir, realizar upgrades ou trocas de parâmetros nos modelos de monitores mais básicos, chamados de pré-configurados, você precisa enviar o equipamento para a assistência técnica e depende de diversos procedimento.

Por isso é importante escolher um modelo modular. Afinal, nos modelos modulares, tais parâmetros adicionais podem ser inseridos através de módulos encaixáveis, de simples encaixe e sem a necessidade de configrações ou tecnicos especializados. A equipe pode encaixar e desencaixar e trocar entre os monitores de acordo com a necessidade. Ou seja, dessa forma você tem um ganho a longo prazo, além de mais facilidade e flexibilidade no seu uso. E é possível até mesmo trocar algum módulo rapidamente entre diferentes leitos de um mesmo hospital, por exemplo. A opção modular é um auxiliar do médico e sua equipe para mais versatilidade, praticidade, além do custo a longo prazo ser mais viável.

3 – Monitoramento remoto

Cada vez mais os hospitais têm apresentado superlotação de seus leitos, principalmente em épocas do ano e em setores específicos. Para os profissionais, monitorar os sinais vitais de cada paciente o tempo todo é uma tarefa difícil, porém, necessária.

Quanto maior o número de leitos ocupados, maior a complexidade no acompanhamento dos pacientes.

Para auxiliar os profissionais nessa tarefa e proteger a vida dos pacientes, é possível contar com o monitoramento remoto e centralizado de todos os pacientes que estão ligados a um monitor multiparamétrico.

Funciona da seguinte maneira: o monitoramento é feito por uma central de monitorização, que conecta todos os monitores multiparamétricos e todos os seus respectivos parâmetros para os alertas.

Assim, caso haja alguma alteração, a central irá emitir alertas para o monitor correto, mobilizando a equipe para o atendimento. Por isso, é tão importante escolher monitores que se conectam em rede facilitando o atendimento complexo que um hospital ou uma clínica realizam.

4 – Usabilidade

A rotina dos profissionais da saúde é bastante incerta. Em certos casos, um procedimento sai totalmente do que foi previsto, configurando uma emergência. Profissionais precisam ter em mãos rapidamente, aparelhos e equipamentos fáceis de usar para conseguir agir rapidamente.

Por isso, é essencial que o monitor seja de fácil manuseio e configuração. É preciso ser de fácil entendimento para que todos os profissionais consigam compreender seus resultados.

Para saber se a sua usabilidade é positiva, analise a qualidade dos gráficos, imagens e textos apresentados no monitor, os sinais de alerta emitidos, se há opção touchscreen, se há opção de manuseio por teclado e mouse e outros dispositivos que sejam mais fáceis de manusear por você e sua equipe, entre outros detalhes que ajudam no dia a dia. Analise a inteligibilidade, a facilidade de operação, a operacionalidade e a atratividade do equipamento.

5 – Armazenamento de dados

Um monitor de qualidade tem a capacidade de armazenar um grande volume de informações sobre o paciente por até muitas horas, o que só é possível com uma memória de grande capacidade.

Os dados são importantes para que sejam lidos e transformados em tendências gráficas, que auxiliam o profissional na análise instantânea através do monitor. Quanto mais informações relativas sobre os sinais vitais do paciente, melhor será a avaliação e desempenho da equipe médica.

Em relação ao processamento desses dados, o equipamento deve oferecer a máxima precisão possível em seus gráficos e alertas.

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