Uma tragédia chocou a região metropolitana de Belo Horizonte: um homem sofreu uma parada cardiorrespiratória durante o treino dentro de uma academia em Ribeirão das Neves.
De acordo com a matéria do Estado de Minas, o aluno de 52 anos estava no meio da prática de atividade física quando desmaiou. Apesar do socorro, ele não resistiu.
Em síntese, o caso reforça a necessidade de protocolos de emergência e da presença obrigatória de desfibriladores externos automáticos (DEA) nesses espaços.
O que é parada cardiorrespiratória?
Uma tragédia recente chocou a região metropolitana de Belo Horizonte: um homem sofreu parada cardiorrespiratória (PCR) durante o treino em uma academia de Ribeirão das Neves e, apesar do socorro, não resistiu. O caso evidencia a urgência de protocolos de emergência e, sobretudo, da presença obrigatória de Desfibriladores Externos Automáticos (DEA) nesses espaços.
O que é parada cardiorrespiratória?
A PCR ocorre quando o coração para de bombear e a respiração cessa. Nessa situação, cada minuto conta: a chance de sobrevivência cai de 7% a 10% a cada minuto sem desfibrilação. Depois de 10 minutos, o risco de morte ou de sequelas neurológicas graves é altíssimo. Por isso, resposta rápida e acesso ao DEA são decisivos.
Por que a PCR pode acontecer em academias?
Embora a atividade física seja benéfica para a saúde cardiovascular, a prática inadequada, aliada a fatores de risco silenciosos, pode desencadear uma PCR. Entre os principais fatores, destacam-se:
- Doenças cardiovasculares não diagnosticadas;
- Excesso de esforço sem avaliação prévia;
- Uso de substâncias para potencializar performance;
- Desidratação e distúrbios eletrolíticos;
- Falta de condicionamento adequado.
Além disso, estudos mostram que cerca de 40% das PCRs extra-hospitalares ocorrem em locais públicos, incluindo academias e centros esportivos.
Por que academias precisam ter um DEA?
O Desfibrilador Externo Automático (DEA) identifica arritmias fatais, como a fibrilação ventricular, e aplica um choque elétrico que pode reverter o quadro. Assim, ele é fácil de usar, intuitivo e pode ser operado por qualquer pessoa minimamente treinada, mesmo antes da chegada do SAMU.
Sobretudo em ambientes com esforço físico intenso e condições pré-existentes não diagnosticadas, o DEA pode significar a diferença entre vida e morte.
Protocolos essenciais que salvam vidas
Logo é fundamental que as academias invistam em:
- Instalar o DEA em local visível e acessível, com eletrodos válidos;
- Treinar a equipe para reconhecer a PCR, acionar o 192, iniciar RCP e usar o DEA;
- Manter checklists de verificação do aparelho, calibração e bateria;
- Sinalizar rotas de acesso ao equipamento e simular atendimentos regularmente.
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Pensado para uso público (academias, escolas, centros esportivos e empresas), o DEA da CMOS Drake é confiável, moderno e prático:
- Operação simples, com comandos por voz;
- Análise automática e aplicação segura do choque;
- Bateria de longa duração e alta autonomia;
- Design compacto, ideal para instalação visível.