A importância do desfibrilador em academias, clubes e outros ambientes onde as pessoas se exercitam

desfibrilador em academias

Você sabe por que é importante ter um desfibrilador em academias (DEA) e nos demais locais onde as pessoas se exercitam? Na verdade, só entende quem realmente conhece esse equipamento e para que ele serve. Mas resumindo, ele é capaz de salvar vidas em momentos imprevisíveis. Vamos saber mais?

Estudos já comprovaram que a sobrevida em locais onde as pessoas se exercitam e por algum motivo têm uma parada cardiorrespiratória é enorme quando contam com um DEA entre seus equipamentos de segurança. Nesses casos, a maior proximidade possível de um desfibrilador da vítima aumenta muito a probabilidade de sobrevivência.

Para ilustrar o que afirmamos acima, vamos comentar neste post sobre um acidente que ocorreu em uma academia de ginástica em Noosaville (Queensland, Austrália). Emily Counter, de 21 anos, sofreu um ataque cardíaco durante uma sessão de musculação e foi salva graças aos primeiros socorros que incluiu o uso de um desfibrilador, um DEA. Veja a notícia no vídeo abaixo.

Quer saber mais sobre o uso de desfibriladores em academias? Então, continue a leitura e confira!

Como foi o acidente em que uma mulher sofre ataque cardíaco em academia?

Aconteceu há alguns meses, quando uma câmera de segurança da academia Anytime Fitness Noosa registrou o momento em que uma aluna sofre um ataque cardíaco durante uma aula de musculação. O acidente ocorreu em Queensland, Austrália e a aluna Emily Counter, de 21 anos foi socorrida por funcionários do local.

A equipe agiu rapidamente, e graças ao uso do desfibrilador que havia no local, conseguiu reverter o caso. Emily foi levada com vida para um hospital, onde ficou por três dias em estado de coma. Nesses casos, a rapidez no atendimento e a presença de um desfibrilador fazem muita diferença.

Os médicos descobriram que a aluna tem uma anomalia no coração, com origem na artéria coronária — condição que atinge 1 pessoa em 300 mil. Hoje, porém, após cirurgia e tratamento, ela já pode voltar às aulas.

Como o DEA atua em um procedimento de socorro?

O DEA (Desfibrilador Externo Automático) é um aparelho que gera corrente elétrica em uma tensão controlada a ser enviada ao coração. Sua função é estimular os batimentos do coração em casos de parada cardiorrespiratória com arritmia cardíaca maligna, revertendo a situação e evitando o óbito do paciente.

Para que o DEA realize esse procedimento de estímulo dos batimentos, ele faz uma leitura rápida do coração e identifica arritmias, como: fibrilação ventricular e taquicardia.

Nesses casos ele dá um comando para prosseguir com a descarga elétrica estimulando assim o miocárdio.

A utilização do desfibrilador é para os casos de primeiros socorros. O equipamento pode ser manipulado por pessoas leigas treinadas, sem a necessidade de um médico. O próprio equipamento decide sobre a carga que deverá ser aplicada para restabelecer a normalidade cardíaca, fazendo a leitura por meio de eletrodos, o operador apenas posiciona o aparelho na vítima e aciona o botão de tratamento. O aparelho emitirá comandos de texto e voz, com indicações gráficas no seu display, tudo de forma automática – saiba agora como utilizar o DEA em adultos.

O DEA é um equipamento seguro?

A segurança é um aspecto importante na avaliação dos desfibriladores na hora de escolher um bom equipamento. Alguns modelos de DEA contam com uma funcionalidade de segurança que garante que a liberação do choque desfibrilatório só seja feita se houver realmente necessidade.

Segurança a mais…

Pode ficar tranquilo. Afinal, mesmo que o socorrista acione o botão de tratamento por engano — o que pode acontecer em caso de nervosismo e agitação —, aparelhos DEA como o DEA Life 400 só liberam carga se o choque for, de fato, necessário, tornando seu uso de extrema segurança.

Quando há a necessidade de desfibrilação?

Sem dúvida alguma, o desfibrilador pode ser a diferença entre a vida e a morte de uma pessoa, o acidente citado neste artigo é exemplo disso. Afinal, se não houvesse um desfibrilador na academia em que Emily Counter se exercitava, certamente ela não estaria viva hoje.

A função essencial do equipamento é fornecer atendimento rápido aos pacientes para que os batimentos do coração sejam prontamente restabelecidos. No entanto, o socorro deve ser nos primeiros minutos. Afinal, com o passar do tempo, aumentam os riscos de morte. Por isso, ter um aparelho à mão pode salvar uma vida.

A morte súbita pode atingir pessoas de diversas idades e, muitas vezes, ela surge em ocasiões inesperadas e ter um DEA por perto é uma segurança capaz de evitar fatalidades.

Entenda porque o Infarto fulminante em jovens apresenta um risco ainda maior.

Por que é aconselhável manter um DEA em locais onde as pessoas se exercitam?

Ter um desfibrilador em academias de ginástica ou em outros locais onde a prática de exercícios físicos é comum, como clubes, ginásios de luta e outros tantos,é muito importante, conforme visto na notícia sobre a aluna vítima de uma parada cardíaca.

Nesses espaços, é comum que as pessoas se submetam a exercícios intensos, muitas vezes sem condições, em situações que ela não estão bem (ou não sabem que não estão bem) e vão se exercitar. Diversos são os fatores que podem levar uma pessoa a ter um mau súbito enquanto se exercita. No caso, da notícia, a aluna não sabia que tinha uma má formação no coração.

MAs as causas de um mau súbito podem ser diversas, como:

  • acidente vascular cerebral (AVC);
  • má formação no coração;
  • quadro de desidratação;
  • arritmia cardíaca;
  • hipoglicemia
  • obstrução das vias aéreas (engasgo)
  • hipotensão;
  • trauma;
  • hemorragia;
  • afogamentos;
  • entre outros que podem acontecer em diversos ambientes, inclusive, dentro das academias, clubes e outros ambientes onde as pessoas se exercitam.

Na verdade, nem todos vão com regularidade fazer um checkup, com teste de esforço — exame que pode detectar algum problema cardíaco com o corpo em movimento. O fato é que muitos vão se exercitar sem estarem em boas condições de saúde.

Contar com um desfibrilador externo automático DEA nesse tipo de ambiente é uma garantia de segurança, prevenir é sempre uma boa medida que pode tornar um ambiente de atividade física mais confiável. Pois, trata-se de firmar um compromisso com a vida dos seus alunos e frequentadores desses locais.

Conclusão

Como você conferiu neste post, ter um DEA ao alcance de todos é uma segurança a mais. Ambientes onde as pessoas vão além dos seus limites físicos ter uma aparelho que pode reverter uma situação desse tipo é uma tranquilidade, tanto para os administradores como para os frequentadores.

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