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O desfibrilador é usado para normalizar o ritmo de batimentos cardíacos diante da ocorrência de uma arritmia (fibrila ou fibrilação). Seu funcionamento consiste em descarregar uma carga elétrica na caixa torácica da pessoa, para que as células cardíacas voltem a trabalhar normalmente.

Existem muitas versões de desfibrilador no mercado: interno (ligado ao marca-passo), externo manual, externo automático, etc. Neste texto, vamos tratar mais especificamente do Desfibrilador Externo Automático (DEA), que não precisa ser operado por um profissional da saúde, bastando que o leigo tenha sido treinado.

Por conta da maior facilidade de uso, o DEA é objeto de legislações em vários países, que tornam obrigatória sua presença nos mais variados espaços públicos — vamos ver como é isso no Brasil. Continue lendo!

O que é fibrilação

Sendo um músculo, o coração contrai e relaxa. Ele deve fazer isso de forma alternada, para garantir o bombeamento ininterrupto do sangue para todo o corpo. A arritmia acontece quando o coração deixa de bater nesse ritmo, por exemplo, sem se contrair. Isso pode gerar sequelas irreversíveis ou mesmo a morte, se o cérebro for privado de oxigenação de 4 a 9 minutos.

Também é importante dizer: nem toda arritmia é potencialmente letal. As mais perigosas são as que ocorrem nos ventrículos (câmaras inferiores do coração). As que ocorrem nos átrios (câmaras superiores cardíacas) costumam ser menos graves. De qualquer modo, toda arritmia deve inspirar cuidados, antes que exames mais detalhados possam ser feitos.

Como funciona o DEA

Há, no desfibrilador, duas placas (ou pás, os eletrodos) que devem ser grudadas com gel especial na caixa torácica da vítima (se as pás forem descartáveis, elas já vêm lubrificadas). Depois de colocadas, o operador deve se afastar e afastar outras pessoas, para aplicar a descarga. Como o coração é estimulado por feixes nervosos, o choque elétrico externo garante que suas células voltem ao ritmo normal dos batimentos até que a pessoa receba ajuda médica.

A diferença entre um Desfibrilador Externo Automático e um manual é que, no caso do primeiro, o próprio aparelho avalia a quantidade de carga elétrica a ser aplicada e avisa ao socorrista o momento de apertar o botão. O manual, por sua vez, exige que o profissional determine essa carga — por isso que só pode ser operado por um médico ou enfermeiro.

Legislação em outros países e no Brasil

Em vários países, a lei obriga que espaços com grande circulação de pessoas contem com um Desfibrilador Externo Automático, além de pelo menos uma pessoa capacitada para seu uso. Afinal, em lugares como shoppings, estádios ou ginásios de esportes, casas de espetáculo, entre muitos outros, existe a chance de uma pessoa precisar desse socorro antes de poder ser atendida da forma mais adequada ao seu caso.

É possível que isso aconteça com qualquer pessoa, independentemente de idade, peso, ser sedentária ou não, ou ainda se já apresenta cardiopatia ou não. Em países como Portugal, onde essa lei é praticada, centenas de vidas já foram salvas.

O Brasil conta com leis municipais e estaduais, que também obrigam a presença de desfibriladores e de socorristas em locais públicos, mas ainda carece de uma legislação em âmbito federal sobre o assunto.

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