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Devido ao alto índice de brasileiros que morrem por parada cardíaca em ambientes domésticos, especialista recomenda a presença de desfibrilador cardíaco em condomínios.

 

Você conhece alguém que sofreu, ou mesmo faleceu, por parada cardíaca? Se a resposta for sim, você não é uma exceção. Doenças cardiovasculares são a principal causa de óbito no Brasil e estima-se que pelo menos 30% da população tem chances de apresentar uma parada cardiorrespiratória ao longo da vida.

No Brasil, cerca de 200 mil pessoas por ano são vítimas de morte súbita devido a arritmias cardíacas fora do ambiente hospitalar. Dos casos de parada cardíaca que se dão em ambientes externos aos hospitais, 86% acontecem nos lares das vítimas e 14% em vias públicas ou lugares com grande concentração de pessoas, como shoppings e clubes, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas, a SOBRAC.

90% das pessoas que sofrem parada cardíaca fora de um hospital morrem por falta de atendimento adequado, segundo dados da American Heart Association (AHA). É alarmante saber que a maior parte dessas mortes são causadas pelo fato de o socorro não chegar a tempo. Mas esses índices podem ser fortemente revertidos com a presença de um desfibrilador do tipo DEA em locais próximos à vítima.

O DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO (DEA) é um equipamento que avalia automaticamente se o paciente precisa do choque elétrico e aplica a desfibrilação, caso necessário. Ele faz com que a sobrevivência da vítima não dependa da chegada do socorro. O DEA pode ser utilizado até mesmo por leigos e salvar muitas vítimas de um ataque cardíaco da morte.

O fator mais importante para a sobrevivência nesses casos é a rapidez com que se aplica a desfibrilação. Se um desfibrilador for usado no local da emergência, a vítima tem 70% de chance de sobreviver. Mas se ela esperar até o hospital, ou o resgate demorar, esse número pode cair para menos de 2%, segundo especialistas.

“Uma ambulância de resgate demora no mínimo 12 minutos para chegar ao local atendimento. Mas cada minuto de parada cardiorrespiratória diminui em 10% a chance de vida do paciente”, explica o médico anestesiologista Marco Antônio Marques Felix.

O necessidade da presença do DEA próximo aos cidadãos já é reconhecida, inclusive juridicamente. A Lei nº 15778, de outubro de 2005, obriga a presença do Desfibrilador em locais de evento ou circulação diária igual ou superior a 1500 pessoas.

Se você observar, irá identificar a presença do equipamento em locais como aeroportos, shopping centers e estágios de futebol. Mas, e se você precisar de atendimento em sua casa?

Como, na maioria das vezes, a vítima está em casa quando sofre uma parada cardíaca, Félix, recomenda a existência de um desfibrilador nos condomínios residenciais. Essa atitude irá reduzir drasticamente o índice dessas mortes.

Todos os condomínios podem, e devem, ser equipados com um desfibrilador para garantir a sobrevivência no eventual uso pelos moradores. O custo da locação de um equipamento do tipo é baixíssimo se dividido entro os condôminos. Você pode pagar menos de R$ 20,00 mensais em sua taxa de condomínio e ter essa segurança em sua casa.

Felix salienta ainda a questão da acessibilidade e segurança.

“O equipamento pode ser usado por qualquer morador, mesmo que seja leigo, pois seu uso é seguro e autoexplicativo, com mensagens auditivas e visuais.”

Portanto, cobre essa segurança de sua administradora de condomínio, sugira a seu síndico e divulgue a informação para seus amigos. Contribua na campanha para salvar essas 200 mil vidas perdidas pela falta de um desfibrilador por perto.

 

CONHEÇA OS ÍNDICES

  • Se a vítima for socorrida no primeiro minuto após a parada, ela tem 90% de chance de sobreviver.
  • Caso a desfibrilação ocorra em até 4 minutos, a sobrevivência será em torno de 30%
  • Quando a desfibrilação ocorre em até 7 minutos, agregada a um bom suporte de reanimação cardiorrespiratória, a sobrevivência é de 20%
  • Caso a desfibrilação seja mais demorada, a sobrevivência será muito baixa, entre 0-2%

LEVA ESSA SEGURANÇA PARA SEU CONDOMÍNIO

A partir de R$ 390,00 mensais por condomínio você pode ter um desfibrilador ao alcance da sua família em caso de emergência.

 

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