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Pacientes que sofrem com arritmia cardíaca podem fazer uso tanto do marca-passo como do cardiodesfibrilador implantável. Como os dois aparelhos têm as mesmas funções, é difícil saber qual a diferença entre eles. Mas ela existe, e é sobre isso que trata este texto. Continue lendo e saiba mais!

As arritmias

Arritmia, fibrila, ou fibrilação, é o nome dado a todo e qualquer descompasso no ritmo dos batimentos do coração, que devem alternar entre a contração e a dilatação do músculo. Essa é a maneira de o coração bombear sangue oxigenado para todo o nosso corpo, para que ele continue desempenhando suas tarefas normalmente.

As arritmias podem ser divididas em dois tipos:

  • Taquicardias: os batimentos são mais acelerados, e tem como sintomas  a sensação de o coração bater mais rápido, pulsação mais intensa, palpitação.
  • Braquicardias: os batimentos são mais lentos, e tem como sintomas tontura, confusão mental, inconsciência, até mesmo convulsões. Assim, é comum confundir este quadro com sintomas neurológicos, antes de a pessoa ser encaminhada ao cardiologista.

Além disso, faz toda a diferença saber se a disfunção ocorre nas câmaras cardíacas superiores (átrios) ou inferiores (ventrículos): taquicardias ventriculares oferecem mais risco de levar à morte do que as atriais.

Por último, mas não menos importante: nem toda arritmia necessariamente indica uma cardiopatia. Elas podem ser causadas por fatores que nada têm a ver com isso, como a pressão baixa, que causa braquicardia, ou até correr uma maratona ou tomar muito estimulante, que podem causar taquicardia. Uma arritmia só deve ser avaliada por um cardiologista se ocorre com frequência, sem poder ser atribuída a outros fatores.

Vamos ver a seguir dois tipos de tratamentos que podem ser indicados nesses casos.

As funções do marca-passo

O marca-passo é implantado por meio de uma cirurgia e tem a função original de manter o coração sempre batendo no ritmo correto, ou seja, o aparelho fica sempre ativo. Hoje há três tipos de marca-passo no mercado:

  • O de um fio: modelo mais antigo e simples, estimula o coração a bater mais rápido em pessoas que sofrem de braquicardia;
  • O de dois fios: percebe do que o corpo precisa e estimula o coração a bater conforme essa demanda;
  • Ressincronizador: além de acumular as funcionalidades dos dois anteriores, percebe um ataque cardíaco e o trata, agindo como um desfibrilador. Ou seja, pode ressuscitar seu usuário.

As funções do cardiodesfibrilador

O cardiodesfibrilador serve, principalmente, para detectar quando a pessoa está sofrendo um ataque cardíaco, a fim de aplicar uma descarga elétrica (ou outro tipo de terapia) para que o órgão volte ao normal o mais rápido possível. Assim, esse aparelho age como o Desfibrilador Externo Automático (DEA), mas é implantado em pessoas com cardiopatias crônicas diagnosticadas, portanto bastante sujeitas a sofrer uma arritmia de repente. No resto do tempo, ele funciona como um marca-passo.

A diferença entre os aparelhos

O marca-passo ajusta de forma constante as batidas cardíacas no ritmo correto. Já o cardiodesfibrilador faz o coração voltar a trabalhar normalmente quando o corpo dá o alarme de que não está recebendo oxigênio.

Tanto no caso de velocidade lenta quanto de velocidade rápida do coração, o fornecimento de oxigênio ao corpo fica prejudicado. E em um caso assim, cada minuto conta. Se o socorro à pessoa demorar, ela pode passar para a parada cardíaca e vir a sofrer graves sequelas ou mesmo a morte pela quantidade de tempo que seu cérebro ficou privado de oxigênio.

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