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A morte súbita continua sendo um dos maiores problemas cardiológicos, correspondendo a 20% da mortalidade natural. Para combater esse mal, são utilizados medicamentos antiarrítmicos, intervenções cirúrgicas, e introdução de dispositivos elétricos, como o desfibrilador implantável.

Alguns tipos de arritmia cardíaca ocasionam o batimento irregular do coração, impedindo-o de bombear sangue para o restante do organismo, o que pode levar a uma parada cardíaca, muitas vezes fatal. Para esses casos, existe o desfibrilador.

Continue a leitura e conheça um pouco mais sobre esse dispositivo que vem se consolidando como a melhor opção terapêutica.

O que é um desfibrilador implantável?

O Cardioversor Desfibrilador Implantável (CDI) é um dispositivo capaz de salvar a vida de um paciente com alto risco de fibrilação ou taquicardia ventricular, monitorando e cuidando desses distúrbios do ritmo cardíaco. Tem o tamanho de um relógio de pulso e conta com um gerador com bateria de longa duração.

A taquicardia ocorre quando o pulso cardíaco fica mais rápido que o normal, chegando a 100 batimentos por minuto em repouso. O coração bate mais rápido para conseguir bombear sangue para o corpo, podendo levar a pessoa a ter uma fibrilação ventricular.

Durante a fibrilação, o coração não consegue mais se contrair, o que provoca uma parada cardíaca. A única maneira de reverter a fibrilação, ao contrário do infarto agudo do miocárdio que necessita de massagem RCP (reanimação cardiopulmonar), é com a desfibrilação. Esse choque elétrico interrompe o ritmo irregular da taquicardia e permite que o coração volte a exercer seu ritmo correto.

Como funciona esse dispositivo?

Os desfibriladores oferecem a melhor proteção contra eventos que podem ser fatais na vida de pacientes com alto risco dessas arritmias. É implantado abaixo da clavícula e embaixo da pele. Dele, saem eletrodos que são implantados na parte interna do coração. Ao reconhecer uma alteração de risco no compasso do coração, o CDI é automaticamente acionado para emitir impulsos elétricos, com a intenção de reverter a arritmia e evitar agravantes, como uma parada cardíaca.

Muitos estudos evidenciaram grande efetividade do CDI na interrupção e tratamento das taquiarritmias ventriculares letais. Além disso, notou-se redução da mortalidade com seu uso, melhorando a imagem terapêutica do dispositivo, que hoje pode ser considerado a primeira opção para o tratamento de muitos casos.

A evolução da tecnologia contribuiu para que o CDI tivesse seu tamanho reduzido e pudesse realizar estímulos bicamerais. Isso possibilita que o implante seja realizado por uma técnica menos invasiva, mais econômica e estética.

Para quem é indicado?

O desfibrilador implantável é indicado para os seguintes casos:

  • Sobreviventes de parada cardíaca consequentes de fibrilação/taquicardia ventricular;
  • Fibrilação ventricular;
  • Taquicardia ventricular;
  • Síncope de origem indeterminada;
  • Condições familiares ou hereditárias de alto risco para taquiarritmias letais;
  • Doença psiquiátrica passível de agravamento pelo implante.

Você pôde conhecer um pouco mais sobre o desfibrilador implantável, dispositivo que tem salvado vidas ao longo dos anos. Escolher um aparelho que desempenhe qualidade e excelência é tão importante quanto utilizá-lo. Por isso, fique atento a marcas como a CMOS DRAKE, líder de vendas e destaque no mercado nacional.

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