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O processo de compra de um produto relevante, qualquer que seja, em geral é algo que exige muita pesquisa até o momento final da decisão. Quando o produto em questão envolve nada menos que salvar e preservar vidas, a responsabilidade de fazer a escolha certa só aumenta. Afinal de contas, uma funcionalidade deste nível de importância exige ainda mais cuidado e avaliação, não é mesmo?

Investir em um equipamento médico significa colocar em jogo a qualidade do atendimento ao paciente e até mesmo uma assistência humanizada. Dispor do que há de melhor em tecnologia hospitalar e soluções médicas inteligentes, neste sentido, é o primeiro e importante passo para oferecer um suporte de excelência à saúde em todas as situações.

Neste contexto, escolher um desfibrilador externo automático (DEA) dentre as opções do mercado pode parecer uma tarefa difícil. Por isso, compilamos x itens essenciais que você deve saber antes de tomar sua decisão de compra. Considerando estes fatores, com certeza você se sentirá mais seguro para adquirir o melhor equipamento!

Para relembrar: o que é o DEA (Desfibrilador Externo Automático)?

Ok, você deseja adquirir um desfibrilador. Isto é um excelente sinal: indica que você se preocupa com a segurança e a saúde do seu estabelecimento e está de olho na lei que regulamenta o uso do aparelho. Mas você sabe explicar exatamente o que é um DEA?

Sigla para Desfibrilador Externo Automático, o DEA é antes de tudo um desfibrilador e, como tal, subentende a ação de desfibrilar o coração. Para explicar de um modo simples, desfibrilar é como apertar o botão de “Reset” de um aparelho eletrônico travado, que não funciona. Através de eletrodos conectados ao paciente, ocorre a liberação de choques elétricos com o objetivo de “reiniciar” ou restaurar as células cardíacas que estão se comportando de forma desorganizada, fazendo com que retornem ao seu ritmo natural e saudável.

Vale lembrar que este estado de “desorganização” das células do coração caracteriza as fibrilações ou arritmias cardíacas, que são as irregularidades, o descompasso, dos batimentos cardíacos. Em outras palavras, o coração humano bate em um ritmo determinado e cadenciado para bombear sangue para todo o corpo. Quando este ritmo foge do normal, tornando-se mais lento (caso das chamadas braquicardias) ou mais rápido (por ocasião das taquicardias), temos uma fibrilação ou arritmia. Essas anormalidades são perigosas porque, ao interferir no correto batimento cardíaco, interceptam a boa distribuição de oxigênio para o resto do corpo e podem causar parada cardíaca súbita (PCS) ou morte súbita. Nesses casos, o socorro por meio de DEAs representam um aumento impressionante na chance de sobrevivência dos pacientes.

Podemos dizer, então, que o desfibrilador é um equipamento que tem como função descarregar choques elétricos na parede torácica (se for externo) ou nas fibras musculares do coração (se for interno) de um paciente que se encontra em quadro de arritmia cardíaca. O objetivo do aparelho é reverter esse quadro de fibrilação em tempo hábil, de forma que não haja perda ou danos de funções cardíacas e cerebrais. É importante ressaltar que existem diversos tipos de desfibrilador.

O DEA, por sua vez, é o equipamento de desfibrilação mais democrático do mercado.

Diferente de aparelhos mais complexos que só podem ser operados por médicos e enfermeiros, ele pode ser utilizado por qualquer pessoa treinada, sendo seguro, automático e autoexplicativo. É perfeito, enfim, para emergências em locais com grande circulação de pessoas, a exemplo de estádios, escolas e demais instituições de educação, shopping centers, rodoviárias e aeroportos, centros comerciais, grandes empresas, dentre outros. Uma vez que o aparelho representa uma garantia de saúde e segurança, todos podem se beneficiar com a instalação de um DEA nas imediações.

Agora, vamos de encontro ao objetivo central deste texto: além das noções básicas já abordadas, o que você precisa saber antes de comprar um DEA? A seguir, confira X perguntas fundamentais que devem ser feitas antes de se adquirir o equipamento:

1- O DEA conta com um modo de uso realmente simples e intuitivo para leigos?

Como já afirmamos, o DEA só possui um potencial tão significativo para salvar vidas porque tem uso mais simples e facilitado, fazendo com que qualquer pessoa possa ser treinada para utilizá-lo em caso de emergência cardíaca. Por este motivo, um fator imprescindível a ser analisado na pesquisa de compra é a própria usabilidade do DEA. Nestes equipamentos, os eletrodos conectados ao paciente realizam uma leitura do estado do mesmo, transmitindo as informações da situação das vítimas.

Nesse sentido, em geral, os aparelhos contêm circuitos microprocessados que fazem o mapeamento cardíaco e identificam, de forma automática, arritmias cardíacas desfibriláveis como a taquicardia ventricular e a fibrilação ventricular. Estes dados são mostrados na tela junto com o traçado de ECG ou eletrocardiograma (a “escrita dos batimentos cardíacos”). Os bons DEAs coletam todas essas informações, “decidem” qual o tratamento adequado e alertam o socorrista se é ou não necessário aplicar o choque elétrico, tudo em questão de segundos. Se aplicar o choque for necessário, o próprio equipamento define a carga a ser liberada – tudo o que o operador deve fazer é acionar o botão de tratamento. Assim, só se faz necessário o treinamento básico sobre a funcionalidade do DEA, sendo possível salvar e preservar vidas de um jeito simples e rápido. O aparelho faz “todo o trabalho sozinho”.

Certifique-se, nesse contexto, de que o desfibrilador que você deseja adquirir preenche este pré-requisito. É importante que o equipamento tenha um bom sistema de orientação ao usuário (através de comandos de voz e texto, por exemplo), fornecendo um passo a passo claro e simples de como proceder no caso de urgências.

2- O DEA apresenta parâmetros opcionais importantes para o usuário?

É essencial que um desfibrilador externo automático (DEA) seja capaz de se adaptar aos diferentes atendimentos e necessidades dos pacientes em questão.  Afinal, como prestar um atendimento de urgência sem dispor de recursos que assegurem essa versatilidade?

Nesse cenário, um DEA deve contar com pás de choque (ou eletrodos) que funcionem para pacientes pediátricos e adultos; deve poder ser utilizado e alocado em qualquer ambiente e fornecer um suporte básico de vida em distintas situações e demandas de urgência, elevando consideravelmente a taxa de sobrevida. A versatilidade de um bom equipamento também passa pela variedade e qualidade dos parâmetros opcionais que podem ser adicionados para um atendimento mais completo. A possibilidade de incluir diferentes serviços reflete a inovação do equipamento para preservar vidas.

Assim, a presença de opcionais como oximetria de pulso (método não-invasivo que analisa a quantidade de oxigênio no sangue do paciente), monitoração de ECG (sistema que analisa constantemente a frequência cardíaca através dos eletrodos) e modo médico (que aciona o funcionamento manual, em que o médico pode decidir a carga a ser aplicada e o momento do choque) faz toda a diferença para o momento da emergência cardíaca.

3- O DEA é seguro?

Outro aspecto bastante relevante a ser considerado na avaliação de qual desfibrilador externo automático adquirir é a questão da segurança. Uma funcionalidade importante de alguns modelos de DEA é garantir que a liberação de choque desfibrilatório só ocorra se ele for de fato necessário.

Como apontamos, o aparelho faz a leitura do estado do paciente por meio dos eletrodos conectados e indica ao usuário se o choque é necessário ou não, “decidindo” também a voltagem deste choque. No entanto, ainda assim existe a possibilidade de o socorrista acionar o botão de tratamento por engano, não é mesmo? Alguns modelos de DEA já antecedem essa possibilidade de erro e não liberam a carga de nenhuma maneira se o choque não for estritamente necessário, fazendo com o que o uso seja  100% seguro.

4- O DEA possui tecnologia bifásica?

Na atualidade, existem dois tipos de tecnologia disponíveis no mercado que envolvem o choque elétrico disparado pelo desfibrilador: ondas monofásicas e bifásicas. Os DEAs que apresentam tecnologia bifásica (a mais recente) têm uma maior eficácia terapêutica e portanto são a melhor opção para o consumidor. Confira as diferenças:

Desfibriladores Monofásicos

A maioria dos desfibriladores existentes no mercado aplica choques por meio de onda sinusoidal amortecida produzida por um circuito RCL, ou por uma forma de onda exponencial truncada. Os desfibriladores podem fornecer até 360 joules de energia ao paciente, dentro de uma escala de valores que inicia em 5 joules. Isso permite o tratamento de pacientes de variados tamanhos e pesos.

Principais características da tecnologia monofásica:

  • Sucesso de reversão de quadro de aproximadamente 59% no 1° choque;
  • Ocorrências de danos cerebrovasculares;
  • Energia requerida para o choque é maior (em torno de 360 J);
  • Ocorrência significativa de lesões por queimadura;
  • Baixa taxa de sucesso nos casos de Fibrilação Ventricular Prolongada.

Desfibriladores Bifásicos

Em anos recentes, surgiram os desfibriladores bifásicos, nos quais a polaridade dos eletrodos é invertida em determinado momento durante o processo de desfibrilação, fazendo com que o pulso tenha duas fases distintas. O surgimento de desfibriladores bifásicos deve-se a sua maior eficácia terapêutica.

Principais características da tecnologia bifásica:

  • Taxa de sucesso  de aproximadamente 96% no 1° choque;
  • Menor ocorrência de danos cerebrovasculares;
  • Menor quantidade de energia requerida (150 a 200 J);
  • Menos ocorrência de lesão por queimaduras;
  • Menos tempo requerido para retorno cardíaco normal;
  • Maior eficácia quando utilizada em casos de Fibrilação Ventricular Prolongada.

5 – O DEA é de um fabricante que oferece qualidade e tecnologia de ponta?

Na pesquisa pelo melhor equipamento, é claro que a eficácia e a qualidade são dois pré-requisitos indispensáveis. Analisar a procedência do DEA, nesse sentido, é crucial para fazer uma boa compra. A empresa fabricante tem tradição no mercado? Conta com excelência no segmento de equipamentos médicos? É bem avaliada por seus clientes e fornecedores? Investe em credibilidade, segurança e tecnologia de ponta? Todas essas perguntas fornecem boas pistas para o consumidor sobre a qualidade e eficácia do aparelho. Fique atento!  

As 5 perguntas acima trazem à tona as informações fundamentais que todo consumidor deve se fazer antes de adquirir um DEA e garantir a segurança de clientes e colaboradores, além de assegurar o cumprimento da lei. Fatores como o preço e a disposição da companhia fabricante no instante da negociação também devem ser considerados, mas o que deve falar mais alto é mesmo a qualidade/eficácia do equipamento!

E aí, essas informações serão úteis no processo de compra do DEA para o seu negócio? Deixe seu comentário e compartilhe suas dúvidas e experiências conosco!